18 Outubro 2021
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Consolda Versão para impressão Enviar por E-mail
00  O Jardim de Plantas Aromáticas e Medicinais, inaugurado no dia 5 de junho de 2000, Dia Mundial do Ambiente, é um espaço aprazível onde os visitantes podem conhecer mais de quatro dezenas de plantas medicinais, aromáticas e algumas ornamentais, oriundas dos 5 continentes.

 Nos 890 m2 deste Jardim o visitante pode observar plantas como a cana-de-açúcar, o funcho, a consolda, a salva, a salsa, o aipo, diversas hortelãs, a babosa, a árvore-da-canela e uma Ginkgo biloba, originária da China e do Japão.

Neste mês, damos a conhecer a consolda, uma planta muito conhecida de todos.

Nome científico: Symphytum officinale L.

Nome vulgar: consolda, consolda-maior, grande-consolda, orelha-de-asno.

Família: Boraginaceae

Origem: Europa

Descrição: Planta herbácea, ereta, áspero-pilosa, com folhas lanceoladas; flores em cimeiras corimbiformes; corolas violáceas, róseas ou brancas; tubulosas. Sementes de cor negra, lisas e brilhantes.

Propriedades: cicatrizante, anti-inflamatória e adstringente.

Uso mais comum:

Medicina tradicional – usado em cataplasmas.

Partes utilizadas: raízes, folhas e flores.

Curiosidades: O seu género botânico, Symphytum, vem do grego e significa “unidade” referindo-se às suas propriedades para soldar ossos partidos. Antigamente, antes do aparecimento do gesso, a consolda era conhecida como “cola-ossos”. Para tal, era preparada uma cataplasma, com a raiz da planta, que se colocava sobre a parte afetada (sem ferida aberta) e obtinha-se resultados surpreendentes! Para além das propriedades medicinais, a consolda, é usada como inseticida, no controlo de caracóis e lesmas (permitindo a sua captura em massa), na aceleração do processo de compostagem.

Precauções: Segundo a literatura mais recente, descobriu-se que a consolda contém alcaloides, que em doses altas, são tóxicos para o fígado, daí que, não seja recomendável a sua ingestão por um período muito prolongado. O uso externo é considerado inofensivo – exceto em ferida aberta – mas deve ser limitado a um período não superior a 6 semanas. Não se aconselha o seu uso por parte de mulheres grávidas, durante a amamentação ou por crianças.

Pode tornar-se invasora, devido à dificuldade em arrancar a planta por causa das raízes profundas, mesmo pequenas porções da raiz deixadas acidentalmente no solo podem dar origem a novas plantas de consolda.

 

Galeria de Fotos

 

 

(Texto de: Juan Silva /DCI; Fotos de: Elisabete Henriques & Sónia Dória /Gabinete Arte e Design)

 
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