4 Dezembro 2021
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Árvore do fogo Versão para impressão Enviar por E-mail
04  A árvore-do-fogo é comum na Madeira, preferindo as zonas mais quentes até aos 400 m de altitude

Origem: costa leste da Austrália

Nome científico: Brachychiton acerifolius (A. Cunn. ex G. Don) F. Muell.

Nome vulgar: árvore do fogo

Família: Malvaceae

Descrição:

Árvore de copa mais ou menos piramidal, que pode atingir 35 m de altura. Tronco cilíndrico, de casca lisa e esverdeada nos primeiros anos de vida, tornando-se acinzentada, rugosa e com fissuras com o passar do anos. As folhas são verde-escuras, brilhantes, grandes, inteiras ou com 3-5 lobos. As flores, de uma coloração vermelho-viva, parecem pequenos sinos e surgem em abundância, dispostas em rácimos axilares. A floração ocorre pela primeira vez, depois de 7 a 8 anos de vida. Os folículos externamente são glabros e tornam-se negros e lenhosos depois de secos. As sementes, em número de 16 a 26 por folículo, são ovóides, lisas ou ligeiramente rugosas e amarelas.

Período de floração: maio-julho

Curiosidades:

Os aborígenes da Austrália consomem as sementes do Brachychiton acerifolius depois de assadas, no entanto, têm especial cuidado com os pêlos urticantes existentes no interior do folículo evitando o contato com a pele, olhos e mucosas nasais. A sua madeira dura pouco, usando-se como substituto no fabrico das pranchas de surf. Multiplica-se facilmente por semente.

Na cidade do Funchal, quer em arruamentos, jardins públicos ou privados, podemos encontrar outras espécies do mesmo género: B. bidwillii (Figs. 6 e 7), B. discolor (Figs. 8 e 9), B. gregorii (Fig. 10) e B. populneus (Figs. 11, 12 e 13). A espécie B. populneus, que podemos encontrar no Jardim de Santa Luzia, é conhecida vulgarmente como árvore-do-gelo.

A espécie B. acerifolius pode ser vislumbrada no Parque de Santa Catarina, Parque Municipal do Monte, Passeio Público Marítimo, Mata da Nazaré, Jardim do Campo da Barca, Jardim do Almirante Reis, entre outros. Nos Jardins do Tecnopólo, para além desta, podemos observar B. discolor e B. gregorii.

 

Galeria de Fotos

 

 

(Fotos de: Carla Abreu /Gabinete de Arte e Design; Texto de: Juan Silva/DCI)

 
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