25 Outubro 2021
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Sumaúma Versão para impressão Enviar por E-mail
06  A sumaúma é uma árvore que, na cidade do Funchal, recebe o outono exibindo a sua exuberante floração.

 Origem: Brasil, Argentina, Paraguai, Perú, Bolívia.

 Nome científico: Ceiba speciosa (A.St.-Hil., A. Juss. & Cambess.) Ravenna

Sinónimo: Chorisia speciosa A. St.-Hil.

Nome vulgar: sumaúma, árvore-da-lã

Família: Bombacaceae

Descrição:

Árvore de folha caduca que pode atingir 12 a 15 m de altura; o tronco e ramos encontram-se cobertos de espinhos cónicos. Folhas alternadas, digitadas, com 5 a 7 folíolos, grandes, de margens serradas; quando rebenta a folhagem, o tom acobreado dos novos rebentos confere à sumaúma um motivo de contemplação. Flores axilares, solitárias ou em grupos de 3; corola formada por 5 pétalas livres, rosadas. O fruto é uma cápsula deiscente, ovoide, lenhosa, que atinge quase um palmo de comprimento; quando maduro, deixa cair as sementes que são pretas e encontram-se envolvidas por grandes e densos pelos sedosos.

Período de floração: agosto-novembro

Curiosidades:

A “lã” que envolve as sementes é usada para rechear almofadas e das sementes é extraído um óleo comestível e com utilidade industrial.
Na cidade do Funchal, esta espécie pode ser vislumbrada no Parque de Santa Catarina, Parque Municipal do Monte, Mata da Nazaré, Jardim do Campo da Barca, Miradouro Vila Guida, Jardim de Santa Luzia, entre outros.

Durante a libertação das sementes, é habitual o povo “culpar” a sumaúma pelo agravar dos sintomas relacionados com doenças respiratórias. Não podemos esquecer que, este fenómeno coincide com a Primavera, altura em que o ar encontra-se “contaminado” com pólenes e esporos.

 

Galeria de Fotos

 

 

(Texto de: Juan Silva /DCI; Fotos de: Carla Abreu /Gabinete Arte e Design, Juan Silva /DCI)

 
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