25 Outubro 2021
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espatódea Versão para impressão Enviar por E-mail
05  A chama-da-floresta é uma das mais belas árvores ornamentais introduzidas, que pode ser observada nas nossas ruas, avenidas e jardins.

 Origem: Angola, Benim, Burundi, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Etiópia, Gana, Guiné, Guiné Equatorial, Libéria, Nigéria, Quénia, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Ruanda, Serra Leoa, Sudão, Tanzânia, Togo, Uganda e Zâmbia.

Nome científico: Spathodea campanulata Beauv.

Nome vulgar: chama-da-floresta, espatódea, tulipeiro-africano

Família: Bignoniaceae

Descrição:

Árvore de copa mais ou menos arredondada que pode alcançar, no estado selvagem, 7-25 metros de altura. A folhagem da chama da floresta é persistente e as folhas, opostas e imparipinuladas, podem apresentar entre 9 a 15 folíolos elípticos, acuminados, de base ligeiramente assimétrica ou acunheada, de um verde carregado; a página inferior dos folíolos encontra-se coberta por pelos de cor ferruginosa. As flores são grandes, com cerca de 10 cm de comprimento, campanuladas, muito vistosas, vermelho-alaranjadas a escarlates, reunidas em cachos terminais no exterior da copa. Cápsula oblongo-elíptica, deiscente, pode atingir 17-25 cm de comprimento, produzindo numerosas sementes acastanhadas, leves e rodeadas por uma asa membranosa.

Período de floração: durante todo o ano.

Curiosidades:

Spathodea campanulata ocupa o top 100 da lista das espécies com um grande potencial invasor a nível mundial.

O botão floral, em forma de bisnaga, tem a capacidade de armazenar água da chuva ou do orvalho matinal; estas estruturas são usadas em brincadeiras de crianças, que tiram partido da sua capacidade de esguichar a água, quando apertados.

A seiva provoca manchas amarelas nos dedos e na roupa.

Uma vez que a sua madeira é macia, o tulipeiro-africano é por vezes usado por aves, que constroem os ninhos escavando nos troncos.

As flores da chama-da-floresta, nos seus locais de ocorrência natural, são polinizadas por aves e, provavelmente, por lémures. No Panamá, sabe-se que são polinizadas por morcegos.

Na Madeira esta árvore é cultivada em terrenos frescos e quentes, até 200 m de altitude, em jardins públicos, privados, ruas e praças.

Apesar de rara na Madeira, existe uma cultivar, Spathodea campanulata ‘Aurea’, cujas flores são mais amareladas que as da espécie original.

 

Galeria de Fotos

 

 

 

( Fotos de: Sónia Dória /Gabinete Arte e Design; Texto de: Juan Silva /DCI)

 
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